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APLs buscam parcerias em pequenas e médias cidades

Desde 2004, o Governo Federal tem incentivado o agrupamento de empresas que têm por objetivo melhorar o desempenho produtivo.  Em levantamento realizado em 2016, os 677 arranjos produtivos locais (APLs), presentes em 2.175 municípios brasileiros, são responsáveis por mais de 3 milhões de empregos diretos em 59 setores da economia brasileira. Os dados são da Secretaria de Desenvolvimento da Produção (SDP) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

As APLs têm como objetivo ajudar no desenvolvimento da economia regional. O governo festimula e atua para que empresas do mesmo setor ou que fazem parte da mesma cadeia produtiva organizem, juntas, práticas de cooperação, interação e treinamento.

Por ora, as barreiras para o uso de soluções que melhoram o atendimento ao cidadão, a gestão e o uso dos recursos, vão muito além da dificuldade em investimento; “O diálogo com os municípios e gestores precisam ser ampliados para que os resultados e os processos burocráticos tenham andamento”, disse Carlos Frees, líder de projeto da Agencia Brasileira de Desenvolvimento Industrial.

O caminho é que seja elaborado um termo geral para que startups e APLs apresentem ao poder público, com foco pequenos e médios munícipios, as vantagens e inovações tecnológicas.

As empresas que fazem parte de APLs têm ganhos tanto em competitividade quanto em escala. Algumas dessas estruturas, por exemplo, dividem maquinário, outras organizam capacitação e também buscam, em conjunto, suprir as necessidades de mercado. Além disso, a organização traz outras vantagens, como mais facilidade em organizar treinamento e capacitação de mão de obra e os custos podem ser divididos.

Para fazer parte de um APL, a empresa precisa estar situada na área de atuação do arranjo produtivo. A integração ao grupo é feita mediante análise por instituições públicas ou privadas que são as gestoras regionais dos APLs.