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Cooperação entre municípios e instituições contribuem para a implementação de soluções

Ampliar o bem-estar dos cidadãos com o oferecimento de serviços de qualidade depende, entre outros fatores, de implementações tecnológicas. Para que as smart cities se tornem realidade algumas cidades firmam apoio com instituições e desenvolvem estratégias. O painel 40 realizado na manhã desta quarta-feira (24) na Expo Unimed tratou do tema com a apresentação de ferramentas tecnológicas de cidades inteligentes que geram resultados promissores.

Com mediação de Fábio Stallivieri, assessor de diretoria da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), palestrantes de diversas regiões do país falaram sobre o assunto. Arthur Henrique Machado Brandão, vice-prefeito da cidade de Boa Vista (RR) destacou que a capital roraimense desenvolve um plano estratégico para tornar o município smart city no prazo de três anos.

Para isso, segundo ele são adotadas bases de governança com parcerias que agregam em mais conhecimento e novas tecnologias. “O ápice é encontrar instituições privadas que interajam com instituições públicas. Todo mundo sai ganhando com isso”, afirmou Brandão, sobre os benefícios ao cidadão.

Fabiano Hessel, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e que coordena o Centro de Pesquisa e Inovação em IoT também enfatizou que as estratégias que visam parcerias são imprescindíveis para o desenvolvimento das smart cities. “Os recursos financeiros são importantes para o desenvolvimento das cidades inteligentes. Precisamos de parceiros e tempo”, disse.

Hessel afirma também que as startups estão diretamente envolvidas na colaboração para o desenvolvimento das smart citys. “É importante que os jovens que estão entrando no mercado de trabalho consigam empreender e ter o apoio de parceiros”, afirmou.

Franciane Caldas, engenheira cartógrafa da prefeitura de Piracicaba (SP), tratou do geoprocessamento que já é realizado na cidade há mais de 35 anos. O processo de implantação envolveu, entre outras atividades, a disponibilização e integração de informações confiáveis e o desenvolvimento de um software de fácil acesso.

No entanto, alguns desafios estão sendo encontrados, como plataformas obsoletas com informações desatualizadas e a baixa confiabilidade dos dados geoespaciais. Por outro lado, entre os projetos em desenvolvimento Franciane destacou pontos como a tecnologia mobile e certificação digital.

Também participou da reunião Gustavo Guimarães, diretor e co-fundador da Thruone Group. Ele destacou, entre outras, estratégias interessantes para as cidades como a revitalização do funcionamento do transporte coletivo com a instalação, por exemplo, de pontos de ônibus inteligentes o uso de GNV como combustível limpo.

Marcus von Borstel, presidente do Sindicato das Indústrias de Software do Paraná (SINFOR-PR) tratou do Arranjo Produtivo Local desenvolvido na cidade de Londrina. A ideia é trabalhar o incremento local do município, por meio de leis de incentivo. O presidente enfatizou que as cidades precisam cada vez mais de parcerias com instituições como o Sebrae e associações comerciais. “É importante promover a interação fazendo com que as entidades trabalhem em prol do desenvolvimento”, concluiu.

Os casos apresentados no painel servem de exemplo para que ideias e parcerias similares sejam desenvolvidas em outras cidades visando a alcançar resultados promissores.