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Grupo de Trabalho governamental das Cidades Inteligentes debate construção e planejamento urbano

A última reunião estratégica do Smart City Business América 2017 na Expo Unimed reuniu o grupo de trabalho governamental que debateu a construção e o planejamento urbano das cidades inteligentes. A reunião contou com a participação de iniciativas públicas e privadas. Constituído em 2015, o GT tem o objetivo de discutir, orientar e integrar as ações governamentais para o desenvolvimento das cidades inteligentes no Brasil.

Durante o encontro foram apresentadas ações e projetos das instituições para a identificação de pontos comuns, entraves e possibilidades que as instituições tem quando realizam acordos com as suas capacidades técnicas e competências específicas. Na ocasião os participantes compartilharam conhecimentos e fortaleceram ações das entidades governamentais para que tenham mais efetividade na aplicação de seus recursos e resultados atingidos.

A reunião foi conduzida por Carlos Fress, líder de projeto da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). “A ideia é conseguir perceber o que a iniciativa privada está fazendo para integrar as ações”, elucidou Fress. Ele detacou a frente parlamentar que debate da lei das parcerias público-privadas (PPPs) sobre a questão da iluminação pública inteligente como diretriz para que os órgãos, como Tribunal de Contas da União (TCU), possam fazer a apreciação. O projeto envolve as empresas de tecnologias que atuam no Brasil.

Américo Bernardes, diretor de Infraestrutura para Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, explica que as ações são executadas em parceria com a Secretaria de Política de Informática e Automação e por meio do Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT) para o desenvolvimento industrial. Também participa a Secretaria de Telecomunicações por meio do Departamento de Inclusão Digital.

Com início em 2011, os projetos visam à continuidade aos projetos de smart cities. Dos mais de dois mil municípios inscritos para a implantação da iluminação pública inteligente 342 foram selecionados. Destes já estão atuantes 335, sendo 80 já com acordo firmado.

Modelo – A ideia é fazer a implantação da infraestrutura de modo que a mesma empresa possa fazer a manutenção. “Em caso de impossibilitada a continuidade do serviço pode ser revertido para o município”, afirmou Bernardes.  O projeto segue algumas linhas específicas, entre estas o desenvolvimento de aplicativos com armazenamento em nuvem para as áreas de educação, saúde, gestão pública, e transparência.

Para que as cidades tenham melhores resultados deverão ser desenvolvidas capacitações locais. A estratégia ainda objetiva o aprofundamento dos serviços oferecidos, com a evolução também para as áreas de vigilância e monitoramento prevendo que uma futura rede possa trabalhar com vigilância e monitoramento, além da iluminação pública.

Fress aprofundou ainda o Plano Nacional de IoT e ressaltou que trabalhos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) já começaram e a implantação no mercado está em processo de avaliação. “Buscamos a sinergia de ações de IoT e smart cities para o uso junto às tecnologias que estão surgindo no mercado”, disse Fress.

Ele afirmou ainda que empresas que desenvolvem tecnologia estão sendo gradativamente convidadas para apresentar soluções a fim de que seja criado um ambiente único para o processo de avaliação das novas tecnologias. Estas avaliações consistem em testes específicos para determinação do cumprimento das finalidades com possibilidade de correções e adaptações para a conformidade tecnológica para as cidades inteligentes, estabelecendo a conexão entre as empresas e prefeitura baseada na confiabilidade.