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Categorias: Governança e economia.
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objetivos para desenvolvimento sustentável - ods- onu - são paulo - câmara SP

Texto ainda aguarda sanção do prefeito João Dória (Foto: André Bueno/CMSP)

A Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou, o Projeto de Lei 320/2017, que adota a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Organizações das Nações Unidas (ONU) como diretriz de políticas públicas no município. O projeto também prevê a criação de uma Comissão Municipal para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com práticas governamentais que melhorem a qualidade de vida dos paulistanos em vários setores, como transporte, educação, saúde e segurança.

“Além da redução na emissão de gases, a Agenda 2030 coloca como primordiais programas de coleta seletiva mais eficazes, aumento da porcentagem de lixo reciclado pela cidade, que hoje está em baixos 10%, e novas métricas de saúde e educação. Todas as áreas conectadas para que tenhamos uma melhor perspectiva de cidade, enquanto cidadãos. Esse projeto de lei, colocado em prática, começa a mudar nossa realidade”, explica o vereador Caio Miranda, autor do projeto.

A Agenda consiste em uma Declaração, 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (os ODS) e suas 169 metas, bem como uma seção sobre meios de implementação e de parcerias globais, e um roteiro para acompanhamento e revisão. Os ODS e suas metas serão acompanhados por meio de indicadores. Esses objetivos são integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. Eles deverão ser alcançados até o ano 2030.

“Para abrir ainda mais a discussão e pensar conjuntamente em saídas para melhorar a qualidade de vida em São Paulo, o projeto também institui uma comissão com membros de vários setores da sociedade para que possamos aplicar, na prática, o modelo de cidade que queremos daqui para frente: mais sustentável e viável para todos os moradores”, explica Caio Miranda.

objetivos para desenvolvimento sustentável - ods- onu - são paulo - câmara SP

A cidade de São Paulo é a mais populosa do país com mais de 12 milhões de habitantes.

 

Outro ponto abordado propõe a redução em 43% da emissão de gases poluentes no Brasil em 13 anos. Para o vereador, os efeitos da poluição não estão só na qualidade do ar, mas em mudanças climáticas que afetam diretamente a população, colocando-a em risco. “Além da questão respiratória causada pela poluição, que lota hospitais com crianças sofrendo de asma, bronquite e outras doenças, tive acesso à pesquisas mostrando que os moradores de áreas precárias são os mais afetados pelas mudanças climáticas e, consequentemente, pela alteração no regime de chuvas e resultando em alagamentos”, explica.

Miranda afirma ainda que com o aumento desordenado da urbanização, o solo da cidade – antes protegido pela vegetação remanescente da Mata Atlântica – torna-se impermeável ao ser coberto por materiais como asfalto e concreto, que absorvem muito calor e não retêm umidade. “Esse tipo de crescimento, sem métricas sustentáveis, prejudica diretamente quem está em São Paulo”, avalia.

O projeto aprovado foi desenvolvido após um debate ocorrido através da instauração, em setembro deste ano, de uma Frente Parlamentar dentro da Câmara, que convidou várias entidades para discussão pública sobre a Agenda 2030. O Interesse dessa Frente Parlamentar se dá pela contribuição metodológica aplicada em no exterior nos últimos quatro anos, e que obteve o reconhecimento da “Rio+ World Centre For Sustainable Development”.

 
 

Câmara aprova projeto que coloca São Paulo na Agenda 2030 da ONU

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objetivos para desenvolvimento sustentável - ods- onu - são paulo - câmara SP

Texto ainda aguarda sanção do prefeito João Dória (Foto: André Bueno/CMSP)

A Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou, o Projeto de Lei 320/2017, que adota a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Organizações das Nações Unidas (ONU) como diretriz de políticas públicas no município. O projeto também prevê a criação de uma Comissão Municipal para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com práticas governamentais que melhorem a qualidade de vida dos paulistanos em vários setores, como transporte, educação, saúde e segurança.

“Além da redução na emissão de gases, a Agenda 2030 coloca como primordiais programas de coleta seletiva mais eficazes, aumento da porcentagem de lixo reciclado pela cidade, que hoje está em baixos 10%, e novas métricas de saúde e educação. Todas as áreas conectadas para que tenhamos uma melhor perspectiva de cidade, enquanto cidadãos. Esse projeto de lei, colocado em prática, começa a mudar nossa realidade”, explica o vereador Caio Miranda, autor do projeto.

A Agenda consiste em uma Declaração, 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (os ODS) e suas 169 metas, bem como uma seção sobre meios de implementação e de parcerias globais, e um roteiro para acompanhamento e revisão. Os ODS e suas metas serão acompanhados por meio de indicadores. Esses objetivos são integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. Eles deverão ser alcançados até o ano 2030.

“Para abrir ainda mais a discussão e pensar conjuntamente em saídas para melhorar a qualidade de vida em São Paulo, o projeto também institui uma comissão com membros de vários setores da sociedade para que possamos aplicar, na prática, o modelo de cidade que queremos daqui para frente: mais sustentável e viável para todos os moradores”, explica Caio Miranda.

objetivos para desenvolvimento sustentável - ods- onu - são paulo - câmara SP

A cidade de São Paulo é a mais populosa do país com mais de 12 milhões de habitantes.

 

Outro ponto abordado propõe a redução em 43% da emissão de gases poluentes no Brasil em 13 anos. Para o vereador, os efeitos da poluição não estão só na qualidade do ar, mas em mudanças climáticas que afetam diretamente a população, colocando-a em risco. “Além da questão respiratória causada pela poluição, que lota hospitais com crianças sofrendo de asma, bronquite e outras doenças, tive acesso à pesquisas mostrando que os moradores de áreas precárias são os mais afetados pelas mudanças climáticas e, consequentemente, pela alteração no regime de chuvas e resultando em alagamentos”, explica.

Miranda afirma ainda que com o aumento desordenado da urbanização, o solo da cidade – antes protegido pela vegetação remanescente da Mata Atlântica – torna-se impermeável ao ser coberto por materiais como asfalto e concreto, que absorvem muito calor e não retêm umidade. “Esse tipo de crescimento, sem métricas sustentáveis, prejudica diretamente quem está em São Paulo”, avalia.

O projeto aprovado foi desenvolvido após um debate ocorrido através da instauração, em setembro deste ano, de uma Frente Parlamentar dentro da Câmara, que convidou várias entidades para discussão pública sobre a Agenda 2030. O Interesse dessa Frente Parlamentar se dá pela contribuição metodológica aplicada em no exterior nos últimos quatro anos, e que obteve o reconhecimento da “Rio+ World Centre For Sustainable Development”.

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