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Categorias: Mobilidade Urbana.

O cofundador do Google e atual CEO da Alphabet, Larry Page está investindo em um novo modelo de transporte aéreo comercial, o táxi aéreo.

Algumas empresas como o Uber já estão investindo no modelo, que pretende iniciar os testes em 2020 e lançar o serviço oficialmente a partir de 2023. A empresa, inclusive, já firmou uma parceria com a Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica, entretanto, Page visa lançar sua rede de táxis aéreos autônomos antes de seus concorrentes, uma vez que o projeto já estava sendo testado secretamente na Nova Zelândia desde outubro do ano passado.

O protótipo de táxi aéreo de Page foi financiado e projetado pela sua startup Kitty Hawk, e foi batizado de Cora. Sua estrutura é um híbrido entre um helicóptero e um avião, podendo decolar/pousar na vertical e voar como uma aeronave. Ele conta com 12 rotores, podendo voar cerca de 100km de distância a uma altura de aproximadamente 914 metros. Cora é capaz de chegar a uma velocidade de 110 milhas por hora (117 km/h).

O híbrido será totalmente elétrico (movido a baterias) e será capaz de transportar até dois passageiros. Outro diferencial de Cora é que ele será autônomo, ou seja, poderá ser controlado por computadores sem a necessidade de um piloto. Page pretende lançar seu projeto nos próximos três anos.

 

Implantação

Page e a primeira ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, pretendem regulamentar os testes de Cora no país para posteriormente iniciar o processo de criação de uma rede de táxis aéreos autônomos na região neozelandesa.

Além disso, existem outros desafios a serem superados pelo cofundador do Google. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Administração Federal de Aviação dá permissão para a realização de testes de veículos autônomos, mas não existe uma lei que permita que eles sejam certificados e comercializados.

Já países do Oriente Médio e na África parecem estar mais abertos para a adoção do modelo, entretanto, eles nunca foram reconhecidos pelos seus modelos de regulamentação de transporte aéreo.

Sendo assim, a Nova Zelândia pretende assumir a liderança do projeto e criar uma regulamentação aérea focada na segurança e que poderá ser adotada por outros países, tornando-se assim uma referência no setor.

De acordo com o jornal americano The New York Times, outro ponto apontado pela primeira ministra para o desenvolvimento do projeto é que ele está de acordo com uma meta traçada pelo país, que consiste em zerar a emissão de carbono na Nova Zelândia.

 
 

Cofundador do Google investe em rede de táxi aéreo

O cofundador do Google e atual CEO da Alphabet, Larry Page está investindo em um novo modelo de transporte aéreo comercial, o táxi aéreo.

Algumas empresas como o Uber já estão investindo no modelo, que pretende iniciar os testes em 2020 e lançar o serviço oficialmente a partir de 2023. A empresa, inclusive, já firmou uma parceria com a Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica, entretanto, Page visa lançar sua rede de táxis aéreos autônomos antes de seus concorrentes, uma vez que o projeto já estava sendo testado secretamente na Nova Zelândia desde outubro do ano passado.

O protótipo de táxi aéreo de Page foi financiado e projetado pela sua startup Kitty Hawk, e foi batizado de Cora. Sua estrutura é um híbrido entre um helicóptero e um avião, podendo decolar/pousar na vertical e voar como uma aeronave. Ele conta com 12 rotores, podendo voar cerca de 100km de distância a uma altura de aproximadamente 914 metros. Cora é capaz de chegar a uma velocidade de 110 milhas por hora (117 km/h).

O híbrido será totalmente elétrico (movido a baterias) e será capaz de transportar até dois passageiros. Outro diferencial de Cora é que ele será autônomo, ou seja, poderá ser controlado por computadores sem a necessidade de um piloto. Page pretende lançar seu projeto nos próximos três anos.

 

Implantação

Page e a primeira ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, pretendem regulamentar os testes de Cora no país para posteriormente iniciar o processo de criação de uma rede de táxis aéreos autônomos na região neozelandesa.

Além disso, existem outros desafios a serem superados pelo cofundador do Google. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Administração Federal de Aviação dá permissão para a realização de testes de veículos autônomos, mas não existe uma lei que permita que eles sejam certificados e comercializados.

Já países do Oriente Médio e na África parecem estar mais abertos para a adoção do modelo, entretanto, eles nunca foram reconhecidos pelos seus modelos de regulamentação de transporte aéreo.

Sendo assim, a Nova Zelândia pretende assumir a liderança do projeto e criar uma regulamentação aérea focada na segurança e que poderá ser adotada por outros países, tornando-se assim uma referência no setor.

De acordo com o jornal americano The New York Times, outro ponto apontado pela primeira ministra para o desenvolvimento do projeto é que ele está de acordo com uma meta traçada pelo país, que consiste em zerar a emissão de carbono na Nova Zelândia.

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