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Categorias: Planejamento Urbano e Construção.

Um estudo divulgado pela revista acadêmica Journal of Exposure Science & Environmental constatou que os edifícios verdes, ou construções sustentáveis, geraram ganhos bilionários com a economia de energia ao longo de 16 anos.

Para que um edifício seja considerado com uma construção sustentável, eles precisam atender a certos requisitos, que são baseados em princípios ambientalmente eficientes. Basicamente, são levados em consideração cinco princípios básicos: relacionamento com o entorno, consumo de energia, consumo de água, qualidade do ambiente interno e uso e descarte do material de construção.

O estudo analisou os edifícios com a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) durante um período de 16 anos nos Estados Unidos, China, Índia, Brasil, Alemanha e Turquia e constatou que, ao todo, foram gerados US$ 6 bilhões em benefícios nos setores da saúde e clima. De acordo com a pesquisa, as construções deixaram de emitir 33 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

Além disso, a publicação estima que os edifícios com certificação geraram uma economia de US$ 7,5 bilhões em consumo de energia, sendo que a cada dólar economizado, 77 centavos foram convertidos em benefícios para a saúde e clima.

O mercado de construções sustentáveis pode movimentar cerca de US$234 bilhões até 2019. (Foto: GBC Brasil)

 

Brasil Sustentável

A atração gerada pelos benefícios econômicos, energéticos e climáticos que os edifícios verdes oferecem fizeram mais pessoas adotarem o conceito, contribuindo para a conscientização ambiental de forma generalizada.

Atualmente, o Brasil ergueu cerca de 461 edificações com a certificação LEED e ocupa o 4º lugar no ranking de construções sustentáveis ao redor do mundo, superando países como a Alemanha (5º). Ao todo, o Brasil conta com 14,8 milhões de metros quadrados certificados em todo território nacional.

Estima-se que o mercado de construções sustentáveis movimentará cerca de US$234 bilhões até 2019, levando em consideração a indústria da construção sustentável e o mercado de materiais.

 
 

Construções sustentáveis geraram US$6 bilhões em benefícios

Um estudo divulgado pela revista acadêmica Journal of Exposure Science & Environmental constatou que os edifícios verdes, ou construções sustentáveis, geraram ganhos bilionários com a economia de energia ao longo de 16 anos.

Para que um edifício seja considerado com uma construção sustentável, eles precisam atender a certos requisitos, que são baseados em princípios ambientalmente eficientes. Basicamente, são levados em consideração cinco princípios básicos: relacionamento com o entorno, consumo de energia, consumo de água, qualidade do ambiente interno e uso e descarte do material de construção.

O estudo analisou os edifícios com a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) durante um período de 16 anos nos Estados Unidos, China, Índia, Brasil, Alemanha e Turquia e constatou que, ao todo, foram gerados US$ 6 bilhões em benefícios nos setores da saúde e clima. De acordo com a pesquisa, as construções deixaram de emitir 33 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

Além disso, a publicação estima que os edifícios com certificação geraram uma economia de US$ 7,5 bilhões em consumo de energia, sendo que a cada dólar economizado, 77 centavos foram convertidos em benefícios para a saúde e clima.

O mercado de construções sustentáveis pode movimentar cerca de US$234 bilhões até 2019. (Foto: GBC Brasil)

 

Brasil Sustentável

A atração gerada pelos benefícios econômicos, energéticos e climáticos que os edifícios verdes oferecem fizeram mais pessoas adotarem o conceito, contribuindo para a conscientização ambiental de forma generalizada.

Atualmente, o Brasil ergueu cerca de 461 edificações com a certificação LEED e ocupa o 4º lugar no ranking de construções sustentáveis ao redor do mundo, superando países como a Alemanha (5º). Ao todo, o Brasil conta com 14,8 milhões de metros quadrados certificados em todo território nacional.

Estima-se que o mercado de construções sustentáveis movimentará cerca de US$234 bilhões até 2019, levando em consideração a indústria da construção sustentável e o mercado de materiais.

Categorias: Planejamento Urbano e Construção.
 

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