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Categorias: Sociedades Inteligêntes.

 

Um grupo de estudantes recém-formados desenvolveu uma tecnologia que é capaz de reduzir a conta de luz. Intitulado de Sancalights, o projeto visa instalar um aparelho capaz de monitorar o consumo de energia nos postes de iluminação em tempo real e organizá-los em um mapa.

A ideia desenvolvida por André Perez, Daniel Fernandes da Nobrega, Leonardo Parente e Guilherme Rocha Gonçalves, que cursavam Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, tem em vista a redução de uma taxa específica, a Cobrança de Iluminação Pública (CIP).

A CIP é calculada a partir de estimativas das prefeituras que levam em conta o número de lâmpadas acesas nas cidades e passam a cobrar taxa incluída na conta de energia de cada cidadão, além do consumo próprio do contribuinte. Exatamente por ser baseada em estimativas que o valor pode acabar não correspondendo ao número de postes acesos, pois lâmpadas queimadas também são contabilizadas.

Estima-se que essa cobrança represente de 15% a 30% do valor da conta paga pelo contribuinte e o Sancalights procura reduzir esse valor contabilizando quais as lâmpadas realmente estão funcionando.

Estudos revelaram que o valor da CIP pode ser reduzido em 10% a 15% caso houvesse um melhor controle da energia utilizada.

 

Gestão mais eficiente corresponderia a uma economia de 10% a 15% na conta.

 

Economia e Manutenção

O aparelho instalado nos postes funcionará como um medidor que contabilizará o número de quilowatts (kW) que passam pela rede elétrica e vão para a lâmpada. As informações então serão disponibilizadas em uma página online, que mostrará o consumo de todos os postes, podendo definir se ele está aceso ou não.

O conceito do projeto busca solucionar dois problemas, a economia e a manutenção da iluminação pública da cidade.

O projeto afirma que, com a instalação dos sensores, a taxa CIP será calculada de maneira mais justa e, consequentemente, reduzirá o valor das contas de energia elétrica.

Outro ponto defendido é que o monitoramento em tempo real agilizará o processo de manutenção da iluminação pública. Por se tratar de um programa automatizado, a prefeitura não dependerá da população para identificar um poste queimado e não enfrentará dificuldades para chegar até o local do reparo, uma vez que o programa também fornece a localização exata do poste.

Os primeiros protótipos deverão ser testados ainda no primeiro semestre de 2018 em um grupo de 30 a 50 postes.

 
 

Grupo cria tecnologia que promete reduzir valor da conta de luz

 

Um grupo de estudantes recém-formados desenvolveu uma tecnologia que é capaz de reduzir a conta de luz. Intitulado de Sancalights, o projeto visa instalar um aparelho capaz de monitorar o consumo de energia nos postes de iluminação em tempo real e organizá-los em um mapa.

A ideia desenvolvida por André Perez, Daniel Fernandes da Nobrega, Leonardo Parente e Guilherme Rocha Gonçalves, que cursavam Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, tem em vista a redução de uma taxa específica, a Cobrança de Iluminação Pública (CIP).

A CIP é calculada a partir de estimativas das prefeituras que levam em conta o número de lâmpadas acesas nas cidades e passam a cobrar taxa incluída na conta de energia de cada cidadão, além do consumo próprio do contribuinte. Exatamente por ser baseada em estimativas que o valor pode acabar não correspondendo ao número de postes acesos, pois lâmpadas queimadas também são contabilizadas.

Estima-se que essa cobrança represente de 15% a 30% do valor da conta paga pelo contribuinte e o Sancalights procura reduzir esse valor contabilizando quais as lâmpadas realmente estão funcionando.

Estudos revelaram que o valor da CIP pode ser reduzido em 10% a 15% caso houvesse um melhor controle da energia utilizada.

 

Gestão mais eficiente corresponderia a uma economia de 10% a 15% na conta.

 

Economia e Manutenção

O aparelho instalado nos postes funcionará como um medidor que contabilizará o número de quilowatts (kW) que passam pela rede elétrica e vão para a lâmpada. As informações então serão disponibilizadas em uma página online, que mostrará o consumo de todos os postes, podendo definir se ele está aceso ou não.

O conceito do projeto busca solucionar dois problemas, a economia e a manutenção da iluminação pública da cidade.

O projeto afirma que, com a instalação dos sensores, a taxa CIP será calculada de maneira mais justa e, consequentemente, reduzirá o valor das contas de energia elétrica.

Outro ponto defendido é que o monitoramento em tempo real agilizará o processo de manutenção da iluminação pública. Por se tratar de um programa automatizado, a prefeitura não dependerá da população para identificar um poste queimado e não enfrentará dificuldades para chegar até o local do reparo, uma vez que o programa também fornece a localização exata do poste.

Os primeiros protótipos deverão ser testados ainda no primeiro semestre de 2018 em um grupo de 30 a 50 postes.

Categorias: Sociedades Inteligêntes.
 

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