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Categorias: Tecnologia e Inovação.
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Só em 2016, o mercado de Internet das Coisas movimentou US$1,35 bilhão em nosso país.

Segundo o estudo “O Mercado industrial brasileiro de Internet das Coisas, Cenário para 2021”, realizado pela empresa de consultoria Frost & Sullivan, o mercado de IoT pode movimentar cerca de 3,29 bilhões de dólares até 2021 só no Brasil.

De acordo com a pesquisa, os principais setores que devem comandar o mercado são a indústria automotiva e as verticais de manufatura. Vale lembrar que em 2016, o mercado da Internet das Coisas movimentou cerca de US$ 1,35 bilhão em nosso país.

Em entrevista para o site IDG Now!, Renato Pasquini, diretor de pesquisa e consultoria em transformação digital da Frost & Sullivan para América Latina, declarou que a coleta de dados realizada pelos equipamentos tendem a modificar as experiências do consumidor:

“A tecnologia começa a ser embarcada nos produtos junto com módulos de conectividade, permitindo às empresas extrair informações sobre a experiência do consumidor, analisar e definir ações.” – Renato Pasquini, Diretor de Pesquisa e Consultoria da Frost & Sullivan.

Juntamente com o crescimento das Cidades Inteligentes, o conceito de “Internet das Coisas” (ou IoT – Internet Of Things) vem ganhando destaque no desenvolvimento dos municípios. Com a ajuda da tecnologia, as Smart Cities passaram a desenvolver sistemas conectados para melhorar a qualidade de vida da população. A conectividade entre os objetos e até seu trabalho de forma independente passaram identificar os padrões da população e tentam aprimorar o desempenho de setores como a Mobilidade Urbana, Sustentabilidade, Segurança, entre outros.


Internet das Coisas em Cidades Inteligentes

Em sua essência, a Internet das Coisas cria uma rede em que os dispositivos estarão conectados e abrem a possibilidade para se comunicarem com centrais de comando, entre eles mesmo e outras variações.

Um exemplo de funcionamento da Internet das Coisas são os semáforos inteligentes, que são capazes de serem regulados de acordo com o fluxo de veículos, liberando vias e aliviando os congestionamentos além de alterar o tempo de travessia dos pedestres que possuem mobilidade reduzida.

No setor de saúde, pacientes podem utilizar dispositivos de monitoramento de batimentos cardíacos ou pressão sanguínea. Os dados podem ser enviados em tempo real para uma central que controla os exames a serem agendados.

A tecnologia embarcada na Internet das Coisas também pode ajudar na gestão de um dos temas mais debatidos nos municípios atualmente, a gestão de resíduos sólidos. As lixeiras inteligentes avisam as prefeituras quando estão cheias para a coleta se realizada, otimizando o ritmo de trabalho.

 
 

Internet das Coisas podem movimentar até US$ 3,29 bilhões no Brasil

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Só em 2016, o mercado de Internet das Coisas movimentou US$1,35 bilhão em nosso país.

Segundo o estudo “O Mercado industrial brasileiro de Internet das Coisas, Cenário para 2021”, realizado pela empresa de consultoria Frost & Sullivan, o mercado de IoT pode movimentar cerca de 3,29 bilhões de dólares até 2021 só no Brasil.

De acordo com a pesquisa, os principais setores que devem comandar o mercado são a indústria automotiva e as verticais de manufatura. Vale lembrar que em 2016, o mercado da Internet das Coisas movimentou cerca de US$ 1,35 bilhão em nosso país.

Em entrevista para o site IDG Now!, Renato Pasquini, diretor de pesquisa e consultoria em transformação digital da Frost & Sullivan para América Latina, declarou que a coleta de dados realizada pelos equipamentos tendem a modificar as experiências do consumidor:

“A tecnologia começa a ser embarcada nos produtos junto com módulos de conectividade, permitindo às empresas extrair informações sobre a experiência do consumidor, analisar e definir ações.” – Renato Pasquini, Diretor de Pesquisa e Consultoria da Frost & Sullivan.

Juntamente com o crescimento das Cidades Inteligentes, o conceito de “Internet das Coisas” (ou IoT – Internet Of Things) vem ganhando destaque no desenvolvimento dos municípios. Com a ajuda da tecnologia, as Smart Cities passaram a desenvolver sistemas conectados para melhorar a qualidade de vida da população. A conectividade entre os objetos e até seu trabalho de forma independente passaram identificar os padrões da população e tentam aprimorar o desempenho de setores como a Mobilidade Urbana, Sustentabilidade, Segurança, entre outros.


Internet das Coisas em Cidades Inteligentes

Em sua essência, a Internet das Coisas cria uma rede em que os dispositivos estarão conectados e abrem a possibilidade para se comunicarem com centrais de comando, entre eles mesmo e outras variações.

Um exemplo de funcionamento da Internet das Coisas são os semáforos inteligentes, que são capazes de serem regulados de acordo com o fluxo de veículos, liberando vias e aliviando os congestionamentos além de alterar o tempo de travessia dos pedestres que possuem mobilidade reduzida.

No setor de saúde, pacientes podem utilizar dispositivos de monitoramento de batimentos cardíacos ou pressão sanguínea. Os dados podem ser enviados em tempo real para uma central que controla os exames a serem agendados.

A tecnologia embarcada na Internet das Coisas também pode ajudar na gestão de um dos temas mais debatidos nos municípios atualmente, a gestão de resíduos sólidos. As lixeiras inteligentes avisam as prefeituras quando estão cheias para a coleta se realizada, otimizando o ritmo de trabalho.

Categorias: Tecnologia e Inovação.
 

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