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Categorias: Tecnologia e Inovação.
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Com a mediação de Erica Marques, os desafios das startups em apostar e soluções disruptivas é o tema do painel 26 do Smart City Business America. Confira quais são os comportamentos adotados por empresas que se destacam no meio e como pensar no resultado final e no impacto gerado na sociedade.

André Arcas, Ceo & Co-founder da Woole, start up que busca facilitar o uso da bicicleta como transporte público, comenta que no caso da Wolle, por exemplo, é esperado um potencial crescente excelente, porém esse mercado depende do investimento público e também da quebra de duas barreiras junto aos ciclistas que é  a falta de segurança e mudança de hábito.

Felipe Barreiros, Ceo da Ponte 21/ MasterTech, citou que “não tem como inovar sem ser ágil”. Pensando neste conceito, a MasterTech trabalha com o propósito de produzir mais profissionais e colocar no mercado. Felipe ressalta ainda que os jovens que estão se formando hoje escolhem trabalhar em um mercado criativo e colaborativo que resulte em impacto no mundo e na sociedade. “O desafio é saber como formar profissionais para habilidades do século 21”, comentou.

Ricardo Ribeiro, Senior Public Policy Associate na Uber, cita em sua fala que o Uber veio para suprir um problema da mobilidade de urbana através da tecnologia.  “Porque não conseguimos apenas chamar um carro apertando um botão de celular?”. Para ele, dentro do universo das startups, “A única certeza é a mudança constante e a desrupção”, disse.

Rodrigo Quinalha, CEO da Kick Ventures, ressalta que errar faz parte da jornada de todo empreendedor: “Acreditamos no erro e na falha dentro das startups”. Para ele, dois fatores contribuem com quem vai apostar em um negócio próprio: “Desburocratização e o digital facilitam o começo do empreendedor novo”, disse.

Juliano Seabra, Diretor Geral da Endeaver Brasil, destaca que um dos fatores positivos das startups é formar bons exemplos de empresas que estão crescendo. “Para crescer o empreendedor precisa estar com gente mais experiente que já fez um projeto dar certo”. Startups estão mudando a economia, mas é necessário empreender com sabedoria e pensar “o que precisamos fazer para que uma startup possa crescer e gerar impacto?”, questionou.

Para Cassiano Soares, coordenador de idiomas do Centro Europeu, o “Ecossistema de startups é inexperiente”. Por isso, investir em uma Startup desruptivo pode ser um caminho assertivo. Cassiano destaca três 3 critérios que podem ajudar a apostar nesse meio: atender a não demanda, trabalhar fora da regulamentação e trabalhar com o essencial.

E para quem está começando a empreender, a dica é a mesma: para desenvolver um projeto sem recurso é necessário você fazer sacrifícios e criar ambiente que favoreça, pessoas que você confia, profissionais da área. “Colaboração não só entre empreendedor, mas entre sistemas”, concluiu.

Leia mais matérias do Smart City Business Congress & Expo.

 
 

O impacto das startups na sociedade e na economia com soluções disruptivas

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Com a mediação de Erica Marques, os desafios das startups em apostar e soluções disruptivas é o tema do painel 26 do Smart City Business America. Confira quais são os comportamentos adotados por empresas que se destacam no meio e como pensar no resultado final e no impacto gerado na sociedade.

André Arcas, Ceo & Co-founder da Woole, start up que busca facilitar o uso da bicicleta como transporte público, comenta que no caso da Wolle, por exemplo, é esperado um potencial crescente excelente, porém esse mercado depende do investimento público e também da quebra de duas barreiras junto aos ciclistas que é  a falta de segurança e mudança de hábito.

Felipe Barreiros, Ceo da Ponte 21/ MasterTech, citou que “não tem como inovar sem ser ágil”. Pensando neste conceito, a MasterTech trabalha com o propósito de produzir mais profissionais e colocar no mercado. Felipe ressalta ainda que os jovens que estão se formando hoje escolhem trabalhar em um mercado criativo e colaborativo que resulte em impacto no mundo e na sociedade. “O desafio é saber como formar profissionais para habilidades do século 21”, comentou.

Ricardo Ribeiro, Senior Public Policy Associate na Uber, cita em sua fala que o Uber veio para suprir um problema da mobilidade de urbana através da tecnologia.  “Porque não conseguimos apenas chamar um carro apertando um botão de celular?”. Para ele, dentro do universo das startups, “A única certeza é a mudança constante e a desrupção”, disse.

Rodrigo Quinalha, CEO da Kick Ventures, ressalta que errar faz parte da jornada de todo empreendedor: “Acreditamos no erro e na falha dentro das startups”. Para ele, dois fatores contribuem com quem vai apostar em um negócio próprio: “Desburocratização e o digital facilitam o começo do empreendedor novo”, disse.

Juliano Seabra, Diretor Geral da Endeaver Brasil, destaca que um dos fatores positivos das startups é formar bons exemplos de empresas que estão crescendo. “Para crescer o empreendedor precisa estar com gente mais experiente que já fez um projeto dar certo”. Startups estão mudando a economia, mas é necessário empreender com sabedoria e pensar “o que precisamos fazer para que uma startup possa crescer e gerar impacto?”, questionou.

Para Cassiano Soares, coordenador de idiomas do Centro Europeu, o “Ecossistema de startups é inexperiente”. Por isso, investir em uma Startup desruptivo pode ser um caminho assertivo. Cassiano destaca três 3 critérios que podem ajudar a apostar nesse meio: atender a não demanda, trabalhar fora da regulamentação e trabalhar com o essencial.

E para quem está começando a empreender, a dica é a mesma: para desenvolver um projeto sem recurso é necessário você fazer sacrifícios e criar ambiente que favoreça, pessoas que você confia, profissionais da área. “Colaboração não só entre empreendedor, mas entre sistemas”, concluiu.

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