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Categorias: Resiliência e Segurança.
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Objetivo é diversificar portfólio de soluções para além da telemetria e do rastreamento de cargas e, para isso, a empresa conta com parceiros como o Inatel e a DuoDigit. FOTO: Divulgação

Reconhecida como fornecedora de sistemas de rastreamento de cargas de risco e telemetria, a Omnilink pretende diversificar suas atividades e, para isso, investir em soluções para o crescente mercado de Internet das Coisas baseadas em redes LPWAN’s (low power wide-area network), como LoRa e SigFox.

“Somos competentes em extrair dados dos rastreadores, levar para uma plataforma e transformar em informação útil aplicando algoritmos de Machine Learning. Tudo que é necessário para ter boas soluções de IoT que foquem mais em cuidar das condições de armazenamento de uma carga, por exemplo”, comenta Michel Levy, CEO da Omnilink.

O executivo cita oportunidades, por exemplo, no segmento de cargas refrigeradas, com sensores para monitorar temperatura e umidade de câmeras frias. E também a possibilidade de melhorias no seu principal negócio, em aplicações onde não haja a necessidade de rastreamento em tempo real, mas a de manter uma comunicação em circustâncias específicas, utilizando o WiFi em vez do satélite, para o monitoramento de ativos diversos daqueles com os quais a empresa já está acostumada a lidar.

“Somos competentes em extrair dados dos rastreadores, levar para uma plataforma e transformar em informação útil aplicando algoritmos de Machine Learning.” — Michel Levy, CEO da Omnilink

Michel Levy sabe que o mercado depende fortemente da construção de ecossistemas, e trabalha para credenciar a Omnilink a ser um player relevante em determinados segmentos. “São duas as perspectivas, aumentar a nossa proposta de valor em segurança e ter um dispositvo que possa ser acoplado em produtos fabricados por terceiros para para coletar e analisar dados”, comenta.

Para isso, a Omnilink está trabalhando em conjunto com parceiras como a Inatel e a DuoDigit. A empresa subsidiará projetos de pesquisa para o desenvolvimento de estudos com foco em Internet das Coisas (IoT) e testes de novas soluções no programa Inatel Smart Campus, em Santa Rita do Sapucaí, aproveitando a proximidade da sede do instituto e da fábrica da sua fábrica. E a DuoDigit ficará responsável pelo desenvolvimento de um hardware, já em protótipo, que deve chegar ao mercado até o fim do ano. “Estamos trabalhando para ter algo em produção já no quatro trimestre”, diz Levy.

As pesquisas feitas no Italel ajudarão a Omnilink e a DuoDigit a testar e visualizar na prática a performance, o tráfego de dados, a segurança, a robustez do sistema, assim como a sua futura aplicação no negócio da Omnilink, indicando caminhos para desenvolver novas propostas relacionadas ao rastreamento e monitoramento de coisas, segundo o executivo.

Atualmente, diversas linhas de pesquisa têm sido trabalhadas pelo programa Inatel Smart Campus. Entre elas, atividades de avaliação de desempenho de LPWAN’s para aplicações de IoT, desempenho de middleware, gerenciamento de redes IoT e performance de interoperabilidade de redes.

Parceria

“Todas as atividades acontecem em consonância entre a pesquisa e o mercado, com oportunidade de serem testadas em escala nos livings labs. Esperamos que, já na feira de projetos do Instituto, em outubro, os protótipos de soluções IoT sejam apresentados como potenciais oportunidades de negócios para os empreendedores do ecossistema de Santa Rita do Sapucaí”, enfatiza Sandro Duarte Azevedo, desenvolvedor de negócios do Inatel.

Além de conduzir pesquisas, o Inatel pretende apoiar testes com diferentes arquiteturas, tecnologias abertas e convergentes, avaliar a interoperabilidade dos sistemas e verificar o funcionamento em conjunto de diferentes soluções. “Será possível avaliar os prós e contras e pensar em propostas com foco em IoT para serem aplicadas em todo o País”, afirma Azevedo.

“A parceria é muito importante para podermos aperfeiçoar os produtos para o mercado brasileiro e para exportação, colocando o País em posição de destaque e como protagonista nesse novo cenário da evolução tecnológica”, completa Luiz Henrique Corrêa Bernardes, diretor técnico da DuoDigit.

Esse primeiro produto aposta na facilidade de uso e outras características da rede SigFox. No fim de 2016, a empresa SigFox anunciou plano de cobrirdez cidades brasileiras e parte da América Latina até meados deste ano.

A expertise da Omnilink em software embarcado e telecomunicações permitiu uma rápida integração ao módulo Sigfox e os testes iniciais, realizados em meados de 2016, apontaram, apresentaram resultados positivos quanto a cobertura e pontos favoráveis como latência e tamanho do pacote suficientes para aplicações de Internet das Coisas IOT. Além disso, o backend permitiu um diagnóstico em tempo real para determinadas aplicações.

P

Por Omnilink
 
 

Omnilink, especialista em rastreamento de veículos, investe em segurança para Internet das Coisas

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Objetivo é diversificar portfólio de soluções para além da telemetria e do rastreamento de cargas e, para isso, a empresa conta com parceiros como o Inatel e a DuoDigit. FOTO: Divulgação

Reconhecida como fornecedora de sistemas de rastreamento de cargas de risco e telemetria, a Omnilink pretende diversificar suas atividades e, para isso, investir em soluções para o crescente mercado de Internet das Coisas baseadas em redes LPWAN’s (low power wide-area network), como LoRa e SigFox.

“Somos competentes em extrair dados dos rastreadores, levar para uma plataforma e transformar em informação útil aplicando algoritmos de Machine Learning. Tudo que é necessário para ter boas soluções de IoT que foquem mais em cuidar das condições de armazenamento de uma carga, por exemplo”, comenta Michel Levy, CEO da Omnilink.

O executivo cita oportunidades, por exemplo, no segmento de cargas refrigeradas, com sensores para monitorar temperatura e umidade de câmeras frias. E também a possibilidade de melhorias no seu principal negócio, em aplicações onde não haja a necessidade de rastreamento em tempo real, mas a de manter uma comunicação em circustâncias específicas, utilizando o WiFi em vez do satélite, para o monitoramento de ativos diversos daqueles com os quais a empresa já está acostumada a lidar.

“Somos competentes em extrair dados dos rastreadores, levar para uma plataforma e transformar em informação útil aplicando algoritmos de Machine Learning.” — Michel Levy, CEO da Omnilink

Michel Levy sabe que o mercado depende fortemente da construção de ecossistemas, e trabalha para credenciar a Omnilink a ser um player relevante em determinados segmentos. “São duas as perspectivas, aumentar a nossa proposta de valor em segurança e ter um dispositvo que possa ser acoplado em produtos fabricados por terceiros para para coletar e analisar dados”, comenta.

Para isso, a Omnilink está trabalhando em conjunto com parceiras como a Inatel e a DuoDigit. A empresa subsidiará projetos de pesquisa para o desenvolvimento de estudos com foco em Internet das Coisas (IoT) e testes de novas soluções no programa Inatel Smart Campus, em Santa Rita do Sapucaí, aproveitando a proximidade da sede do instituto e da fábrica da sua fábrica. E a DuoDigit ficará responsável pelo desenvolvimento de um hardware, já em protótipo, que deve chegar ao mercado até o fim do ano. “Estamos trabalhando para ter algo em produção já no quatro trimestre”, diz Levy.

As pesquisas feitas no Italel ajudarão a Omnilink e a DuoDigit a testar e visualizar na prática a performance, o tráfego de dados, a segurança, a robustez do sistema, assim como a sua futura aplicação no negócio da Omnilink, indicando caminhos para desenvolver novas propostas relacionadas ao rastreamento e monitoramento de coisas, segundo o executivo.

Atualmente, diversas linhas de pesquisa têm sido trabalhadas pelo programa Inatel Smart Campus. Entre elas, atividades de avaliação de desempenho de LPWAN’s para aplicações de IoT, desempenho de middleware, gerenciamento de redes IoT e performance de interoperabilidade de redes.

Parceria

“Todas as atividades acontecem em consonância entre a pesquisa e o mercado, com oportunidade de serem testadas em escala nos livings labs. Esperamos que, já na feira de projetos do Instituto, em outubro, os protótipos de soluções IoT sejam apresentados como potenciais oportunidades de negócios para os empreendedores do ecossistema de Santa Rita do Sapucaí”, enfatiza Sandro Duarte Azevedo, desenvolvedor de negócios do Inatel.

Além de conduzir pesquisas, o Inatel pretende apoiar testes com diferentes arquiteturas, tecnologias abertas e convergentes, avaliar a interoperabilidade dos sistemas e verificar o funcionamento em conjunto de diferentes soluções. “Será possível avaliar os prós e contras e pensar em propostas com foco em IoT para serem aplicadas em todo o País”, afirma Azevedo.

“A parceria é muito importante para podermos aperfeiçoar os produtos para o mercado brasileiro e para exportação, colocando o País em posição de destaque e como protagonista nesse novo cenário da evolução tecnológica”, completa Luiz Henrique Corrêa Bernardes, diretor técnico da DuoDigit.

Esse primeiro produto aposta na facilidade de uso e outras características da rede SigFox. No fim de 2016, a empresa SigFox anunciou plano de cobrirdez cidades brasileiras e parte da América Latina até meados deste ano.

A expertise da Omnilink em software embarcado e telecomunicações permitiu uma rápida integração ao módulo Sigfox e os testes iniciais, realizados em meados de 2016, apontaram, apresentaram resultados positivos quanto a cobertura e pontos favoráveis como latência e tamanho do pacote suficientes para aplicações de Internet das Coisas IOT. Além disso, o backend permitiu um diagnóstico em tempo real para determinadas aplicações.

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