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Categorias: Saúde e Educação.
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Área de saúde é considerada estratégica para a empresa, que tem uma indústria de equipamentos médicos instalada no Brasil. FOTO: Divulgação

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A holandesa Philips, referência e lâmpadas, eletrodomésticos e energia – além de atuante na área médica – está prospectando negócios na área de hospitais. A empresa está buscando PPPs (Parcerias Público-Privadas) para administrar instituições públicas. As informações são do jornal Valor Econômico.

A empresa já tem um consórcio em operação na Bahia, onde gere um hospital público em parceria com empresas de diagnóstico. O contrato foi firmado em 2015, com prazo de 11 anos.
“Queremos participar mais da gestão de projetos ligados à saúde pública”, disse ao Valor Henk de Jong, diretor-executivo da Philips na América Latina.

Claudio Lottenberg, presidente da UnitedHealthCare Brazil, dono da Amil, defendeu a participação do setor privado na saúde pública. “O orçamento é insuficiente. Não vejo outro caminho a não ser a parceria público-privada e, por que não, até o aporte de empresas privadas na saúde pública”, disse.

A área de saúde é considerada estratégica para a Philips no Brasil. Recentemente, a empresa inaugurou uma fábrica de equipamentos médicos (raio-x, ressonância magnética, tomografia e ultrassom) em Varginha (MG), em parceria com a Walitta. Cerca de 60% da produção é destinada ao mercado nacional e o restante, exportado para América Latina e Oriente Médio.

P

Por Redação ISCBA
 
 

Philips busca PPP para administrar hospitais públicos no Brasil

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Área de saúde é considerada estratégica para a empresa, que tem uma indústria de equipamentos médicos instalada no Brasil. FOTO: Divulgação

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A holandesa Philips, referência e lâmpadas, eletrodomésticos e energia – além de atuante na área médica – está prospectando negócios na área de hospitais. A empresa está buscando PPPs (Parcerias Público-Privadas) para administrar instituições públicas. As informações são do jornal Valor Econômico.

A empresa já tem um consórcio em operação na Bahia, onde gere um hospital público em parceria com empresas de diagnóstico. O contrato foi firmado em 2015, com prazo de 11 anos.
“Queremos participar mais da gestão de projetos ligados à saúde pública”, disse ao Valor Henk de Jong, diretor-executivo da Philips na América Latina.

Claudio Lottenberg, presidente da UnitedHealthCare Brazil, dono da Amil, defendeu a participação do setor privado na saúde pública. “O orçamento é insuficiente. Não vejo outro caminho a não ser a parceria público-privada e, por que não, até o aporte de empresas privadas na saúde pública”, disse.

A área de saúde é considerada estratégica para a Philips no Brasil. Recentemente, a empresa inaugurou uma fábrica de equipamentos médicos (raio-x, ressonância magnética, tomografia e ultrassom) em Varginha (MG), em parceria com a Walitta. Cerca de 60% da produção é destinada ao mercado nacional e o restante, exportado para América Latina e Oriente Médio.

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Por Redação ISCBA
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