logo_smart
iconefaceiconeutubeinonelinkedin iconeflickr
 
 
 
Categorias: Governança e economia.

Plano priorizará saúde, cidades inteligentes, agricultura e manufatura avançada.

O Plano Nacional de Internet das Coisas (ou IoT, na sigla em inglês) será lançado em abril, segundo previsão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações (MCTIC). A difusão da nova tecnologia, que promete levar conectividade aos objetos com os quais as pessoas interagem no dia a dia, é considerada parte fundamental da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital definida no decreto assinado pelo presidente Michel Temer durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social — o “Conselhão”.

A previsão de lançamento do Plano Nacional de IoT foi passada pelo secretário de política de informática do MCTIC, Thiago Lopes. “O plano valorizará quatro blocos iniciais de investimento: saúde, cidades inteligentes, agricultura e manufatura avançada”, afirmou, após solenidade no Palácio do Planalto.
O novo programa do governo deve oferecer financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para projetos de IoT.

O secretário afirmou que o plano se somará a outras iniciativas assumidas por outros ministérios. Ele citou o programa do Ministério da Educação que deve levar banda larga a 22 mil escolas até o final do ano. Já o próprio MCTIC, segundo ele, pretende oferecer internet a 2,5 mil municípios.

Lopes disse que, a partir do decreto assinado, serão montados dois grupos para estabelecer a articulação entre as diferentes iniciativas do governo no campo digital. Um deles será do próprio governo, formado por integrantes dos diferentes ministérios, e outro, assumirá o caráter “multisetorial”, com representantes da sociedade civil e do setor privado.

O técnico do MCTIC informou que os investimentos em tecnologias e inovação no campo digital virão dos ajustes na Lei de Informática. “Agora, os recursos podem ser direcionados para startups e fundos que aplicam dinheiro em empresas de base tecnológica”, afirmou.

O secretário lembrou que Temer regulamentou, por decreto, o marco legal da ciência e tecnologia. “Foi estabelecida uma ponte entre os ambientes acadêmico e econômico. Isso abriu a possibilidade de que universidades e ICTs Instituições Científicas e Tecnológicas sejam sócias de startups e empresas nesse ramo”, afirmou.

Por: Valor Econômico

 
 

Plano de ‘internet das coisas’ será lançado em abril, diz governo

Plano priorizará saúde, cidades inteligentes, agricultura e manufatura avançada.

O Plano Nacional de Internet das Coisas (ou IoT, na sigla em inglês) será lançado em abril, segundo previsão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações (MCTIC). A difusão da nova tecnologia, que promete levar conectividade aos objetos com os quais as pessoas interagem no dia a dia, é considerada parte fundamental da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital definida no decreto assinado pelo presidente Michel Temer durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social — o “Conselhão”.

A previsão de lançamento do Plano Nacional de IoT foi passada pelo secretário de política de informática do MCTIC, Thiago Lopes. “O plano valorizará quatro blocos iniciais de investimento: saúde, cidades inteligentes, agricultura e manufatura avançada”, afirmou, após solenidade no Palácio do Planalto.
O novo programa do governo deve oferecer financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para projetos de IoT.

O secretário afirmou que o plano se somará a outras iniciativas assumidas por outros ministérios. Ele citou o programa do Ministério da Educação que deve levar banda larga a 22 mil escolas até o final do ano. Já o próprio MCTIC, segundo ele, pretende oferecer internet a 2,5 mil municípios.

Lopes disse que, a partir do decreto assinado, serão montados dois grupos para estabelecer a articulação entre as diferentes iniciativas do governo no campo digital. Um deles será do próprio governo, formado por integrantes dos diferentes ministérios, e outro, assumirá o caráter “multisetorial”, com representantes da sociedade civil e do setor privado.

O técnico do MCTIC informou que os investimentos em tecnologias e inovação no campo digital virão dos ajustes na Lei de Informática. “Agora, os recursos podem ser direcionados para startups e fundos que aplicam dinheiro em empresas de base tecnológica”, afirmou.

O secretário lembrou que Temer regulamentou, por decreto, o marco legal da ciência e tecnologia. “Foi estabelecida uma ponte entre os ambientes acadêmico e econômico. Isso abriu a possibilidade de que universidades e ICTs Instituições Científicas e Tecnológicas sejam sócias de startups e empresas nesse ramo”, afirmou.

Por: Valor Econômico

Categorias: Governança e economia.
 

Leia também

 
Governança e economia

Visto eletrônico deve injetar R$ 1,4 bi...

A entrada no Brasil de turistas provenientes dos Estados Uni...


Leia mais
Resiliência e Segurança

Vice-presidentes do ISCBA fazem reunião...

Os vice-presidentes do Instituto Smart City Business America...


Leia mais
Cidades colaborativas e sustentáveis

Veja os destaques do segundo dia do SCBA...

O segundo dia do Smart City Business America Congress &...


Leia mais
Mobilidade Urbana

Veículos elétricos ganham cada vez mai...

Existe a expectativa de que maioria da frota mundial de veíc...


Leia mais